
O jogo de Braga é uma amostra do que vai aguardar a nossa equipa em alguns campos de futebol.
De árbitros a dirigentes corruptos, com o patrocínio de responsáveis e escribas da CS, tudo está preparado para impedir que ganhemos o titulo em disputa.
Donde parte esta onda mafiosa contra verdade desportiva, dirigida contra o Glorioso, todos sabemos. Tudo é válido, para contrariar o ascendente que a qualidade futebolística demonstrada em campo pelo nosso plantel, orientado por Jorge Jesus.
Depois de verdadeiras campanhas na CS a desmerecer os resultados obtidos em campo, passaram às manobras a ser desencadeadas em campo. Tudo isto perante a complacência de quem deveria ser responsável e estar atento ao manobrismo de resultados que desvirtuam a verdade no futebol. Vamos lá a saber distinguir, entre erros admissiveis e propositados erros, deixemos de ser anjinhos e encaremos estes actos bandalhos como parte integrante e planeada para atingir objectivos à margem do jogo e suas regras basicas.
Jorge Sousa foi o artista bandalho que deu espectáculo em Braga, quer no aspecto técnico, quer no disciplinar. Mas a grande tentativa, já tinha começado na Luz ao validarem o unico golo, para o empate, do jogo, visando (não sejamos ingénuos) dificultar a vitória do SLB.
Voltando ao Jorge Sousa, quem mais viu qualquer irregularidade no golo de Luisão e onde não se viu a perna de HViana a não desequilibrar Saviola (penalti)? Mas este Jorge, alinhou na campanha contra o Aimar, por opção, deu seguimento ao que os promotores da campanha desejavam. Só não sabemos o que recebeu em troca, mas calculamos… peça de fruta, viagem ou aconselhamento familiar?. O seu passado de superdragão fala por si. Para alem, das promoções que obteve.
Mas o apitador Jorge Sousa, tão “bom” de visão ao anular o golo, não viu, fora do túnel, quem agrediu Cardozo e estava lá a olhar (vi eu e viu quem quis, até a TV mostrou, muito de má-vontade mostrou e viu-se) a olhar sem ver que foi o Mossoró quem agrediu o nosso jogador sem que este ripostasse, antes foi para o túnel. Ora, o dito Jorge não expulsou Moissoró, porquê? Vou tentar adivinhar, pela lógica. O apitador quis arranjar uma “justificação” à posteriori para anular os perigos a um possível virar de resultado. É claro que algo estava preparado para “dentro do túnel”, até houve aquele assomo falido do Nacional da Luz, para sustentar (falsamente, na CS) a tese. Está claro que a tese faliu, mas a obra ficou feita, quando também não viu outro penalti, num lance em que o Ramires, foi atropelado (por Rodriguez) quando se aprestava para rematar, só com o GR pela frente, quase no final do jogo.
Tão falho de visão para a agressão de Mossoró, não o expulsou, não falhou e viu dentro do túnel a agressão mutua Cardozo-Moisés e expulsou-os aos dois. Evidentemente ele “não” sabia que Cardozo faria mais falta ao Benfica que Moisés ao Braga. Já ao não expulsar Mossoró ele não adivinhava que o Braga ia ficar com menos um. E se expulsasse logo Mossoró, a cena nem para o túnel passaria. Tudo ficaria, cá fora resolvido. Claro, que o Jorge não poderia adivinhar o que se iria passar lá dentro, no túnel.
Nota:
Sei que os serviços competentes do Glorioso para tratar destes assuntos estão atentos e só espero que apresentam TODAS as reclamações, pedindo responsabilidades A QUEM DE DIREITO, DESPORTIVA E CIVILMENTE.
Aguardo é, que todos os benfiquistas se façam ouvir no protesto contra o sistema vigente e que os órgãos de comunicação do clube não deixem morrer mais este atropelo ao Benfica e ao futebol espectáculo/competitivo.
Chamo ainda a atenção para a campanha de intoxicação em curso, querendo atribuir culpas ao Benfica pelo que aconteceu no tunel, ao mesmo tempo que sonegam todos os os acontecimentos registados cá fora, em que o arbitro, até agora que se saiba deixou andar.
Embora, tardiamente descobri o video abaixo, que vai ao encontro e confirma tudo que acima escrevi.